BIBLIOTECA DIGITAL

GÊNERO: HISTÓRIA DO BRASIL

As Ilusoes Armadas I - A Ditadura Envergonada

SINOPSE: Este livro, juntamente com 'A ditadura escancarada', da série 'As ilusões armadas', faz a reconstituição de um período crucial da história brasileira - de março de 1964 a março de 1979, da deposição de João Goulart ao dia em que Ernesto Geisel entregou a faixa presidencial. Neste primeiro volume da série, 'A ditadura envergonhada', o leitor irá encontrar um minucioso relato do golpe de 1964, com todos os detalhes que se referem a luta pelo poder nos primeiros anos do governo militar, a criação do SNI e os bastidores da elaboração dos primeiros atos institucionais, até chegar à edição do Ato Institucional nº 5, em dezembro de 68.

As Ilusoes Armadas II - A Ditadura Escancarada

SINOPSE: Nos primeiros anos após o golpe de 1964, o governo militar ainda relutava em se assumir como uma ditadura, daí o título 'A ditadura envergonhada'. Mas com a edição do AI-5, no final de 1968, que suspendeu direitos constitucionais, ela se revela.
Em 'A ditadura escancarada', são reconstituídos os momentos mais tenebrosos do regime, como a prática da tortura contra os opositores do regime e a violência empregada contra os guerrilheiros do Araguaia, um dos últimos núcleos de resistência política.

As Ilusoes Armadas III - A Ditadura Derrotada

SINOPSE: 'A ditadura derrotada' é o primeiro volume da série 'O sacerdote e o feiticeiro' - alusão aos generais Ernesto Geisel e Golbery do Couto e Silva, respectivamente -, seqüência de 'As Ilusões Armadas' ('A ditadura envergonhada' e 'A ditadura escancarada'). Elio Gaspari narra o desmanche gradual da ditadura empreendido por Geisel e Golbery. O relato vai de junho de 1971, quando um bilhete anunciava que o novo presidente seria 'o Alemão' (Geisel), à avassaladora vitória da oposição nas eleições parlamentares de 1974.

As Ilusoes Armadas IV - Ditadura Encurralada

SINOPSE: 'A ditadura encurralada', quarto livro de Elio Gaspari, narra o processo de isolamento político que o presidente Ernesto Geisel e seu chefe do Gabinete Civil, Golbery do Couto e Silva, impuseram à linha dura do regime militar. Nos mil dias que transcorreram entre o final da censura ao jornal O Estado de S. Paulo, pouco depois da derrota eleitoral de 1974 (episódio narrado no terceiro volume da série), e a demissão do general Sylvio Frota, em 77, Geisel e Golbery se viram emparedados entre os representantes mais radicais da máquina repressiva e os movimentos sociais, que ganhavam novo fôlego. A morte do jornalista Vladimir Herzog e as manifestações estudantis de 77 haviam levado os militares a um impasse que Geisel resolveu à sua maneira - reforçando o poder em suas mãos e enfraquecendo a musculatura do regime.